VORACE
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“Estou na floresta.
Erguida, estou na floresta.
Na noite funda, estou na floresta.”
VORACE é uma arena de dicotomias, um desejo de estabilidade que se consome só por o desejar. Uma tentativa de emancipação num corpo que ativa outros corpos. Uma ode à insistência que surge nas raízes e vem saboreada na boca.
Rasgo a minha intimidade com urgência de desconstrução, num nível âmago, social e imaginativo. Disponibilizo o meu corpo ao seu ritmo permeável, entre a frustração e a aceitação, o prazer e a violência. A voracidade está na base do desejo de chegar a mim própria. A voracidade é o que me faz abrir a boca, também quando tenho medo e me é difícil, também quando estou na floresta.
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