De repente fica tudo preto de gente
Partindo do livro de Elias Canetti, Massa e Poder (1960), De repente fica tudo preto de gente investiga a massa enquanto multidão de singularidades. Uma massa que quer crescer e investe na descarga como modo temporário de indistinção, num corpo-a-corpo sem violência e sem trégua. O espectador divide o espaço com os intérpretes, um buraco negro, horizonte de eventos para a massa que busca o ponto mais negro, o pretume, lá onde se está tão próximo do outro quanto de si mesmo.
ESTREIA
3 Novembro – 4 Novembro 2012
Panorama Festival, Rio de Janeiro/Teatro Sérgio Porto, BR
Circulação
Ficha artística
De e com Andrez Lean Ghizze, Daniel Barra, Elielson Pacheco, Hitomi Nagasu, Jell Carone, Loes Van der Pligt, Marcelo Evelin, Márcio Nonato, Regina Veloso, Rosângela Sulidade, Sérgio Caddah, Sho Takiguchi, Tamar Blom, Tulio Rosa, Wilfred Loopstra Co-produção Festival Panorama, Kyoto Experiment com apoio Saison Foundation, Kunstenfestivaldesarts Apoio Theater Instituut Nederland (TIN), Performing Arts Fund NL Difusão internacional Materiais Diversos Agradecimentos Projeto LOTE 24h/ Cristian Duarte, Theater Scholl Amsterdam, Galpão do DirceuPrémios
Espectáculo contemplado com o prémio Funarte de Dança Klauss Vianna 2011
Produção e Difusão
Sofia Matos
sofia.matos@new.materiaisdiversos.com
+ 351 913633452
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Diversos